01/11/2013

Jar Of Hearts- Capítulo 1

 
Em caso de duvida, coloquei os 3 E-E
OIM POVIM E-E
Applauses pra você que leu o título e quer ler a história. Vai ficar sem applauses se não quiser e.e
Já sabem onde clicar


Olá pessoal, meu nome é Natalie Bloom eu vou contar pra vocês uma história. Tenho pena de vocês que acham que isso é ficção, que juram que isso é só imaginação.

Tudo começou na sexta feira. Estávamos na véspera das férias de inverno de 2012. Pra ser clara, estávamos em pleno dia 20 de dezembro e fomos obrigados a ir pra escola.
O dia começou normal; como sempre, eu cheguei em Monster High do modo que eu sempre faço: com o meu carro preto, um esporte preto com bancos de couro de unicórnio, volante cravejado de rubis, com wi-fi e massagem. Além disso, ele que tem mísseis escondidos. Como eu AMO o meu carro. Ele poderia pertencer a uma dessas estrelas de Hollywood.
Ok, de volta ao assunto principal. Eu estava do jeito que a Maddie chama de "exageradamente eca", ou seja, como sempre.
Naquele dia eu me lembro perfeitamente do que estava usando. Casaco roxo Abercombie, cachecol de chashemire, botas pretas UGG, skinny jeans escuro com glitter, uma blusa branca com um arco-íris desenhado - estilizada por mim, bolsa Chanel e óculos de Sol da Dior. Mesmo que estivesse nevando e nublado, a maioria não teria a mínima ideia do motivo de alguém usar óculos de Sol nessa época do ano - mas vampiros tendem a usar proteção nos olhos sempre que está claro; se não usarmos, poderemos ficar cegos. 
É claro que um figurino desse seria digno de uma loira tingida com penteado bizarro, usando lente de contato azul, com bronzeado falso e metida a besta. Mas acontece que eu sou morena, meu cabelo é negro como petróleo, fino e liso, chegando até a cintura; meus olhos são vermelhos como sangue, mas não tem o brilho assassino/possessivo dos olhos dos meus parentes; além disso, eu sou realmente MUITO pálida, mais até do que a maioria dos vampiros. Minha pele está apenas uma paleta de cor acima do branco.
Só vale completar que eu estava daquele jeito em plenas sete horas da manhã, no meio de Salem, que é considerada a cidade mais fimdemundiana do mundo (pelo menos por mim). E também que garotas com aparência de ter 14 anos não devem dirigir. E que as minhas roupas poderiam pertencer a alguma estrela de cinema ou cantora, dessas mundialmente famosas. Mas eu não sou nada disso, e nunca quis ser.
Ok, de novo, eu estou fugindo do assunto principal. Eu andei pela escola normalmente, sendo aquela garota invisível que ninguém percebe que existe. Nem os professores lembram de mim na chamada. Eu não ligo, ninguém nunca se lembra de mim.
Como sempre, eu cheguei na sala de aula pouco antes de tocar o sinal, ou seja, só haviam eu e mais uns 10 alunos lá, dos 45 que temos. A primeira aula de sexta feira é a aula de línguas, e eu não SUPORTO a aula de línguas porque:
1.       Eu sou fluente em mais de 60 línguas
2.       Eu odeio o nosso professor, o sr. Jackson
Então eu me sentei na minha carteira. Não é exatamente uma carteira, eles tem tipo umas arquibancadas de madeira com umas mesas ao estilo bancada. Enfim, eu fui até o meu lugar e sentei lá. Como sempre, o sr. Jackson, nosso professor que tem cara de ter a idade da Madonna – quer dizer, teria, se tivesse pele. Além de irritante, ele é um esqueleto que usa roupas e tem um sotaque bizarro, estava atrasado, então ficamos uns 15 minutos sem aula.  
Nesses 25 minutos, eu fiquei pensando sobre a Branka. Faz um tempo em que eu estou pensando nela, eu sei que ela está viva, provavelmente em Budapeste, na Hungria. Deve ser meio perturbador encontrar uma garota com o cabelo na frente da cara, o rosto abaixado, as mãos no rosto e ela estando suando frio, enquanto ela sussurra maldições para a prima dela em latim. Qualquer professor sensato perguntaria se eu estou bem, mas o sr. Jackson não é sensato. Ele subiu as escadas das nossas “carteiras” e bateu na minha mesa com aquela vara idiota que ele usa pra apontar coisas na lousa:
- Senhorita, pare de pensar em besteiras e preste atenção na aula! – Ele gritou com aquela voz dele que parece de alguém que engoliu um apito
- Me obrigue, velhote! – Eu gritei pra ele – Eu falo mais línguas fluentemente que você, não preciso dessa aula!
Então eu me levantei e desci as escadas. Era obvio que ele estava apavorado com a minha reação. Parei na frente da mesa dele e passei os braços por ela, atirando os materiais dele no chão da sala. Em seguida, derrubei a cadeira dele e passei o apagador na lousa, apagando o que ele tinha escrito. Claro que eu tinha acabado de ganhar uma advertência e um convite a nunca mais comparecer a aula dele, então não tinha nada a perder. Ai para fazer o gran-finale, eu subi em cima da mesa dele, dei um mortal e sai da sala gritando “ATÉ MAIS BABACAS!”.
A ultima coisa que eu vi na sala de aula foi a cara da Maddie e da Zendaya de quem tinham acabado de ver um espetáculo de unicórnios peidando glitter (claro, se elas fossem do tipo que gosta de unicórnios e glitter), a Lailly, a Lana e a Belle de queixo caído e o Gilzen enfiando uns quatro bolinhos na boca de uma vez só.
Como quem não quer nada, eu andei pelo corredor, até uns meninos da outra sala –que nunca tem aula na primeira aula da sexta porque graças a Maddie e suas amigas, o nosso professor de Educação Física Mortífera se demitiu– jogaram em mim uma bola de futebol. Eu segurei a bola e furei ela com as minhas unhas, e joguei ela no chão.
~//~
Eu já estava dentro do carro, a caminho de casa quando me toquei: eu tinha feito a primeira coisa realmente selvagem na escola em... toda a minha morte!
                Passei o caminho todo até a minha casa pensando na Branka. Quando cheguei na colina onde a casa está, eu entrei com o carro no elevador-garagem e subi. Quase ninguém tem uma mansão de 3 andares com alta tecnologia.
Deviam ter passado umas duas horas em que eu não fiz nada além de ficar dentro do banheiro chorando e pensando na minha vida:
Quando eu era pequena, eu perdi a minha coragem e meus irmãos decidiram que eu iria virar o saco de pancadas/ boneca de teste para tortura/ torturada deles. Ai vocês pensam o que os meus pais faziam em relação a isso... o meu pai nunca deu muita importância pra essas coisas... já a minha mãe, ela ordenava eles a fazerem isso, e eles gostavam.
Eu cresci assim, levando chicotadas, tapas, castigos e outras torturas que você nem pode imaginar do sangue do meu sangue, do DNA do meu DNA, dos filhos de meus pais. Acordar pendurada pelos pés no teto, em lugares fechados como o sótão e permanecer lá por horas, dias ou semanas já tinha virado rotina naquele ponto.
Se eu tive infância? Você realmente ainda me pergunta isso? É obvio que não. Eu aprendi a me virar por mim, ser dona do meu próprio nariz, escapar quando necessário e ser tão invisível no mundo que ninguém lembra de mim.
Enfim, chega de falar da minha infância perturbada, vamos falar do que eu fiz.
Nós, eu e Maddie, devíamos ir para Londres, passar as férias em com a nossa família. Deveríamos chegar lá à noite, e eu estava fazendo as malas.
Era mais ou menos umas três da tarde quando a Maddie chegou. Nós pegamos as malas, pegamos o nosso jato (que nos esperava na garagem, que eu já disse que é enorme) e fomos a caminho de Londres.

~Continua~
O que acharam? Gostaram? Comentem!
~agora vou seguir a dica da Rafa e colocar um gif no fim E-E



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9 comentários:

  1. AIN MOSSA QUE DIWASSAU
    AGUARDO ANSIOSA POR MAIS E,E

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  2. Ela era torturada pelos próprios irmãos? '-'
    Na hora lembrei das bonecas lolitas, muito sinistro, me deu medo.
    A historia ficou foda, mossa '0'

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  3. PORRA, TÁ MUITO DIWA C.C
    Para de escreve tão bem, to com inveja *u*

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    1. Aliás, o professor também me esquece na chamada #LOL

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  4. Lala, eu estou simplesmente de boquiaberta com tal história. Por alguns segundos, esqueci mesmo que era uma menina de 10 anos escrevendo. A sua escrita rende e interresa. Mal posso acreditar nisso, nāo dá pra chegar e falar "diwa" porquê merece MUITO mais do que isso. Você se envolve e se pega tentando "passar de página". Eu simplesmente me adoro por ter lido isso. Uma das melhores que uma certa Bel já leu.

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    1. AIN ÇOCORR, A DIWA DA BEU Q ESCREVE MT MELHOR Q EU ME ELOGIOU AZWESXDCRBHNJBGFDCVGYDDSHIKQWE
      E eu sou véia, tenho 11 anos e.e

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  5. Que história perfeita Lala *u*
    Você até fica com pena da Naty lendo isso.
    Lala,me da o seu talento?c:

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  6. Divação :3 e DÓ da Naty,mano ela é minha preferida das suas OC's com perfil '--

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